Calibração de pipeta
Para o laboratório que calibra pipetas e micropipetas: o CalibraFácil conduz a calibração gravimétrica — da pesagem da água dispensada ao certificado assinado — com o volume e o orçamento de incerteza montados conforme o GUM.
A calibração gravimétrica de uma pipeta pesa a água dispensada numa balança e converte a massa em volume usando a densidade da água e o fator Z, que dependem da temperatura e da pressão. Repetindo as dispensas, o laboratório obtém o erro sistemático e a repetibilidade em cada volume ensaiado.
O CalibraFácil registra as pesagens, as condições ambientais e o padrão (balança, termômetro, barômetro), e compõe a incerteza a partir dos componentes medidos. O certificado sai do modelo do próprio laboratório, congelado e assinado na aprovação.
Como o sistema conduz
- 01
Preparação e ambiente
Estabilização, temperatura da água, temperatura ambiente e pressão registradas — entram na conversão massa→volume.
- 02
Volumes ensaiados
O laboratório define os volumes (tipicamente nominal, intermediário e mínimo); o sistema registra cada dispensa.
- 03
Pesagem gravimétrica
Cada dispensa de água é pesada numa balança calibrada e convertida em volume pela densidade e pelo fator Z.
- 04
Erro e repetibilidade
Repetições em cada volume dão o erro sistemático e a repetibilidade, avaliados conforme a ISO 8655.
- 05
Orçamento de incerteza (GUM)
Balança, densidade/temperatura da água, fator Z, repetibilidade e evaporação compostos até a incerteza expandida (k=2).
- 06
Certificado assinado
A aprovação congela o PDF e o assina em ICP-Brasil (PAdES A1, carimbo de tempo).
No detalhe
Método gravimétrico (ISO 8655)
Pesagem da água convertida em volume, com erro sistemático e repetibilidade por volume ensaiado.
Padrões rastreáveis
Balança, termômetro e barômetro cadastrados com certificado e validade controlados.
Portal do cliente
O cliente baixa o certificado, confere a validade e recebe aviso antes do vencimento.
Vencimentos e recall
Intervalo por instrumento e alerta automático antes do vencimento.
Ficha técnica
- Grandeza
- Volume
- Faixa típica
- Micropipetas de µL a pipetas de mL, conforme o instrumento
- Padrões de referência
- Balança calibrada + termômetro e barômetro, rastreáveis à RBC; água de referência
- Ensaios
- Erro sistemático e repetibilidade por volume (método gravimétrico)
- Incerteza
- Composta conforme o JCGM 100:2008 (GUM), expandida com k=2
- Referências de método
- ISO 8655 (aparelhos volumétricos de pistão) — o laboratório é dono do método
Perguntas frequentes
A calibração de pipeta é gravimétrica?
Na maioria dos laboratórios, sim: pesa-se a água dispensada e converte-se a massa em volume usando a densidade da água e o fator Z, conforme a ISO 8655. O CalibraFácil registra as pesagens, as condições e o padrão, e calcula o erro sistemático e a repetibilidade por volume.
O que é o fator Z e por que ele importa?
O fator Z converte massa em volume levando em conta a densidade da água e do ar na temperatura e pressão do ensaio, além do empuxo. Ele entra na conversão e no orçamento de incerteza — por isso a temperatura da água, a temperatura ambiente e a pressão são registradas com a calibração.
O certificado já sai assinado?
Sim. Na aprovação, o PDF é congelado e assinado com o certificado ICP-Brasil A1 do responsável técnico, em PAdES com carimbo de tempo (RFC-3161) e cadeia até a AC-Raiz.
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