Calibração de trena

Para o laboratório que calibra trenas, fitas e réguas: o CalibraFácil conduz a calibração contra uma escala padrão — do erro de indicação em pontos ao certificado assinado — com o orçamento de incerteza conforme o GUM.

A calibração de uma trena verifica o erro de indicação contra uma escala padrão em pontos ao longo do comprimento, a 20 °C e, para fitas, sob a tensão de referência. A incerteza reúne a escala padrão, a resolução, a repetibilidade, o efeito da temperatura e, nas fitas, a tensão e a catenária.

O CalibraFácil registra cada ponto, a escala padrão utilizada e as condições, e compõe a incerteza a partir dos componentes medidos. O certificado sai do modelo do próprio laboratório, congelado e assinado na aprovação.

Como o sistema conduz

  1. 01

    Estabilização a 20 °C

    Estabilização térmica na temperatura de referência (20 °C) e tensão de tracionamento (para fitas) registradas.

  2. 02

    Pontos ao longo do comprimento

    O laboratório define os pontos contra a escala padrão; o sistema registra a indicação e o erro.

  3. 03

    Comparação com a escala padrão

    Cada ponto compara a indicação contra a escala padrão, rastreável ao seu certificado.

  4. 04

    Repetibilidade

    Repetições nos pontos; a dispersão entra no orçamento como componente da incerteza.

  5. 05

    Orçamento de incerteza (GUM)

    Escala padrão, resolução, repetibilidade, temperatura e tensão/catenária compostos até a incerteza expandida (k=2).

  6. 06

    Certificado assinado

    A aprovação congela o PDF e o assina em ICP-Brasil (PAdES A1, carimbo de tempo).

No detalhe

Condições registradas

Temperatura e tensão de tracionamento (para fitas) registradas, porque afetam o comprimento medido.

Padrões rastreáveis

Escala padrão (régua, banco ou fita padrão) cadastrada com certificado e validade controlados.

Portal do cliente

O cliente baixa o certificado, confere a validade e recebe aviso antes do vencimento.

Vencimentos e recall

Intervalo por instrumento e alerta automático antes do vencimento.

Ficha técnica

Grandeza
Dimensional (comprimento)
Faixa típica
Trenas e fitas de alguns metros a dezenas de metros
Padrões de referência
Escala padrão, banco de medição ou fita padrão, rastreáveis à RBC
Ensaios
Erro de indicação em pontos, repetibilidade
Incerteza
Composta conforme o JCGM 100:2008 (GUM), expandida com k=2, referida a 20 °C
Referências de método
Boas práticas de metrologia dimensional a 20 °C — o laboratório é dono do método

Perguntas frequentes

Por que a tensão importa na calibração de fita/trena?

Fitas de aço esticam sob tração e formam catenária pelo próprio peso. A tensão de referência é aplicada e registrada, e o efeito da tensão e da catenária entra no orçamento de incerteza junto com a escala padrão, a resolução, a repetibilidade e a temperatura — compostos conforme o GUM.

A calibração é feita a 20 °C?

A metrologia dimensional é referida a 20 °C. A estabilização térmica é registrada e o desvio de temperatura, com o coeficiente de expansão, entra no orçamento de incerteza.

O certificado já sai assinado?

Sim. Na aprovação, o PDF é congelado e assinado com o certificado ICP-Brasil A1 do responsável técnico, em PAdES com carimbo de tempo (RFC-3161) e cadeia até a AC-Raiz.

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